Mais de 600 pessoas compareceram à 1ª Festa da Família, realizada pela Escola Municipal Paulo Rizzieri, no Salão Paroquial do Bairro Boa Vista, no último dia 28, das 9h ao meio-dia.
Além das apresentações dos alunos, o evento contou com a participação do padre Eloir Borges.
A festa foi o encerramento do projeto trimestral do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola.
Fonte/texto: Djonatha Geremias/Içara News.
Fotos: Ana Paula Nazário (Divulgação da E.M.E.F. Paulo Rizzieri)
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E o prêmio vai para… os alunos da Escola Tranqüilo Pissetti, do Bairro Nossa Senhora de Fátima, escolhidos no concurso de criação do jingle para a Campanha Municipal de Combate à AIDS.
A letra da canção foi elaborada pelos alunos: Ana Carolina Felisberto, Ana Cláudia Pinheiro Marques, Adevair Felisberto Feliciano, Tainara Alcara Rabello, Samiellen Cardoso Moro, Bruno Pereira Pacheco, Tiago Daleaste Rocha, Rafael França Macedo e Shainom Tupan da Rosa, sob orienação da professora de Português, Luciana de Cássia Geremias.
Os alunos e a professora receberão, cada um, um aparelho MP4 Player, e a Direção da escola ganhará uma TV 29″ e um DVD Player.
A diretora, Cléria dos Passos Marques Batista, e mais cinco alunos, visitaram a Rádio Comunitária de Içara (Cidadania 104.9 FM) na manhã de hoje para divulgação do jingle.
Segundo a coordenadora do Programa Municipal DST/AIDS, Samira Abdenur, “o objetivo do concurso era estimular a conscientização nas novas gerações sobre a importância da prevenção”.
Hoje, 1º de dezembro, é o Dia Nacional de Combate à AIDS e a entrega da premiação será por volta das 20 horas, na Praça Matriz São Donato, no Centro de Içara, onde também ocorrerá shows musicais, com os grupos Chocolate Sensual (pagode) e Neguinho e Emanuel (sertanejo universitário).
A letra campeã do jingle é a seguinte:
Pois a doença pode estar do seu lado
Não adianta ficar quieto
E depois fazer protesto
Doença é coisa séria
E merece cuidado
Pense no futuro
Mas nao esqueça do passado.
Previna-se contra a AIDS
Use sempre camisinha
A AIDS pode não ter cura
Mas pode ser prevenida.
Texto/Fonte: Djonatha Geremias/Içara News.
Ilustração: Divulgação
Por César Maia
Quem for passar o carnaval do próximo ano na cidade maravilhosa já pode se programar para assistir ao maior espetáculo da terra. A Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) divulgou a tabela com valores e datas para a venda de ingressos para os camarote, frisas, cadeiras e arquibancadas especiais. A informação, noticiada no site O Dia na Folia, apresenta os valores dos ingressos desde as arquibancadas populares (que custam R$ 10) até os camarotes mais caros (R$ 70 mil). Não haverá reajustes em relação ao preço cobrado em 2009.
Como acontece anualmente, os ingressos serão adquiridos por telefone. Quem não mora no estado do Rio de Janeiro terá uma linha telefônica disponível para adquirir o seu ingresso e deverá confirmar a sua compra através de um depósito bancário. No dia em que for ao sambódromo assistir ao evento, poderá retirar o seu ingresso num estande montado no setor 11. Os desfiles serão realizados nos dias 14 (domingo) e 15 (segunda-feira) de fevereiro a partir das 21 horas. O Grupo Especial possui 12 escolas divididas em dois dias.
Confira a ordem dos desfiles:
Domingo, 14 de fevereiro
- União da Ilha
- Imperatriz
- Unidos da Tijuca
- Viradouro
- Salgueiro
- Beija-flor
Segunda, 15 de fevereiro
- Mocidade Independente
- Porto da Pedra
- Portela
- Grande Rio
- Vila Isabel
- Mangueira
Confira o preço dos camarotes
Confira o preço das frisas
Confira o preço das cadeiras
Confira os preços das arquibancadas
Por César Menezes Maia
Diante de políticos e artistas foi realizada a pré-estreia do filme “Lula, o filho do Brasil”. A película mostra a trajetória do menino miserável, vendedor de laranja e amendoim, e do sindicalista explosivo que desafiou a ditadura até a chegada ao Palácio do Planalto, após três derrotas consecutivas. Sem a presença de Lula e da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, possível candidata do PT à Presidência, a primeira-dama Marisa Letícia tornou-se a estrela da festa. A informação é do site do jornal Zero Hora.
O longa metragem dirigido por Fábio Barreto foi exibido na noite desta terça-feira no Festival de Cinema de Brasília. Oposicionistas acham que o filme pode render dividendos ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no ano eleitoral de 2010. Em ato isolado, um representante da produção do filme criticou o fato das estrelas do longa não terem lugar para sentar e foi vaiado.
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Por Vanessa Irizaga Lucrecio
“A cura acontece pela palavra: você faz com que algo exista, quando fala sobre o assunto”, afirmou o colunista do jornal Zero Hora, editor–executivo de Esportes, comentarista da TVCOM e do programa de rádio Pretinho Básico, David Coimbra, que palestrou para os alunos e professores do curso de Jornalismo da Satc (Associação Beneficente da Indústria Carbonífera de Santa Catarina) sobre a carreira, na noite de quarta-feira, dia 12 de novembro.
A palestra, um dos eventos da Semana Acadêmica da faculdade, foi aberta a perguntas, que possibilitaram conhecer um pouco mais do trabalho do colunista gaúcho, que já trabalhou em dez redações no sul do Brasil e ganhador de competições literárias, como os prêmios Esso (etapa regional) e Érico Veríssimo.
Pé na Estrada
Como todo jornalista que se preze, David Coimbra viajou para compor reportagens, visitando nações como Suíça, Malásia, Coréia do Sul, Japão, Paraguai e Colômbia. Neste último, o repórter e um fotógrafo foram em busca de informações sobre a guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), mas a tarefa não foi fácil, a começar pelo caminho que percorreram: uma estrada de chão batido no alto de uma montanha, de 3600 metros de altitude, localizada em uma selva na cidade de Santa Luzia.
Como o carro dos jornalistas apresentou problemas, tiveram de pedir acolhimento aos moradores locais. Antes deste ocorrido, permaneceram dois dias sem dormir e passaram fome.
Pelos acontecimentos, Coimbra havia perdido as esperanças de fazer a matéria, quando, no percurso que estava fazendo atrás de informações, deparou-se com um grupo de guerrilheiros armados que confundiu-o e o amigo com repressores norte-americanos de drogas.
Depois de ter explicado – com as armas dos guerreiros apontadas para a dupla – o motivo que o levou até a Colômbia, os militantes concederam a entrevista.
Ética e neutralidade
David Coimbra sustenta que a ética é subjetiva e precisa sempre estar sendo debatida na sociedade em geral e pelos profissionais.
“Tu tens que ser honesto contigo mesmo; as pessoas vão perceber que tem alguma coisa errada no teu texto, por exemplo, se for tendencioso”, destaca.
O jornalista ressalta que o profissional tem de ser crítico, citando também as transformações ocorridas com o veículo ZH (tido por muitos como um canal aliado ao governo durante o regime da Ditadura), e com a Rede Globo.
“A Globo mudou porque viu que fez errado nas eleições de 1989” – no debate presidencial entre Fenando Collor e Luiz Inácio Lula da Silva -, “muitos críticos afirmam que Collor foi favorecido de certa forma” – declarou.
O escritor conta que nunca foi repreendido por superiores no emprego, mas já foi condenado pela Justiça a dois anos de prisão por injúria e difamação decorrente de uma reportagem que fizera.
Teve de prestar serviços comunitários por seis meses, mas Coimbra disse não se arrepender e que faria outra vez a matéria.
Em relação ao programa Pretinho Básico, o comentarista afirma não ser jornalístico, e tratar-se, na verdade, de uma conversa entre amigos, cujo objetivo não é mais que o puro entretenimento. Sobre às críticas, explica que são feitas apenas brincadeiras, e que ninguém é obrigado a ouvir o programa, já que no horário de exibição há outras alternativas.
Sobre a profissão
Para Coimbra, o diploma não é obrigatório para se trabalhar como jornalista, mas é preciso investir em melhorias nas faculdades, capacitando os universitários ainda mais.
“Qualquer um pode exercer a profissão se tiver algum conhecimento técnico. As faculdades devem fazerem-se necessárias pelo conteúdo que oferecem, e não apenas pelo diploma”, explicou.
Destaca que é importante o jornalista saber escrever, filmar, fotografar, editar, enfim, ser multimídia, pois a sociedade, cada vez mais tecnológica, pede que assim seja. Contudo, diz ser insubstituível a parceria repórter/ fotográfo. Na visão dele, “a dupla repórter e fotográfo tem que continuar; não há como fazer as duas coisas ao mesmo tempo e bem feitas”.
Palavra-chave: leitura
Coimbra afirma que a leitura é essencial e transformadora, e contou aos acadêmicos o caso da vida de um presidiário (sobre o qual o jornalista escreveu um livro), condenado por crimes como assassinato, que aprendeu a ler com a assistente social da prisão.
Aponta que alguns dos maiores repórteres da televisão, foram, primeiramente, repórteres de jornal. E saber escrever é decorrente também de leituras.
“Sabendo escrever, vais saber falar; e se quiser escrever uma boa história, terá de entrevistar”, destacou o jornalista.
Para a elaboração textual do livro Pistoleiros também mandam flores, Davi Coimbra leu 60 obras que retratavam a vida da sociedade brasileira do século XVIII, e reescreveu-o diversas vezes.
Por Bruna Soratto
O documentário “This Is It”, produzido a partir dos últimos ensaios de Michael Jackson, ficará mais duas semanas nos cinemas. O motivo, segundo a Sony, foi o interesse do público.
No filme, Michael está em plena forma, dirigindo os músicos e dançarinos que fariam parte dos 50 shows que aconteceriam em Londres.
Para saber os números da bilheteria do filme, vá ao site do ClicRBS
Por Vanessa Irizaga Lucrecio
O famoso ator inglês Charles Chaplin dizia ser injusto o processo de desenvolvimento da vida humana. Para ele deveríamos nascer já adultos, experimentando todo o tipo de sensações, e morrer jovens, em pleno vigor da vida, sem nenhum ressentimento ou dor física.
Este seria o desejo de muita gente, mas talvez não fosse a solução para os problemas da humanidade, como podemos notar no drama vivido pelo personagem principal do filme O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Buttton), cuja vida seria considerada normal se não fosse pelas circunstâncias “incomuns”, como ele afirma, de seu nascimento.
Inspirado no livro homônimo de F. Scott Fitzgerald, o filme apresenta a história de um homem que nasce já idoso, mas que ao passar dos anos, rejuvenesce e vive aventuras e descobertas que marcam decisivamente sua vida.
Button (vivido por Brad Pitt) nasce na cidade de Nova Órleans, no dia em que terminava a Primeira Guerra Mundial, e é abandonado na porta da Fundação Nolan pelo pai, um rico dono de uma empresa de alfaiataria, a Button’s Button.
Benjamin recebe o amor de Quennie, funcionária que o adota. Mesmo aparentando ter 80 anos, ainda é uma criança, que frusta-se por não poder se divertir como as outras.
Mas no asilo conhece pessoas como Oti, um rapaz pigmeu capturado por norte-americanos, que torna-se seu amigo, e uma senhora da qual o personagem não se recorda o nome, mas que lhe ensina tocar piano, com êxito.
Também foi lá que se apaixonou por Deisy Fuller (Cate Blanchett), uma bailarina de sucesso, mas que na época não passava de uma esperta garotinha.
Em 1936, Benjamin parte em viagem a bordo do rebocador de Mike Clarck, um marinheiro beberrão que sonhava em ser artista. Durante a estadia da tripulação em um hotel britânico, o rapaz torna-se íntimo de Elisabeth Booth, mulher de um espião. Elisabeth lamenta nunca ter feito algo notório, e quando tentou cruzar a nado o Canal da Mancha, desistiu devido à correnteza, mas jamais tentara novamente.
De volta ao mar, a embarcação de Button sofre uma ofensiva de um submarino – afinal eram meados de 1941, Segunda Guerra Mundial, e a base naval de Perl Harbor tinha sido bombardeada por aviões japoneses – na qual morrem marinheiros.
Button, então com 26 anos, reencontra Deisy e nota que ela adquiriu novos hábitos, postura e companhias também. “Nos damos conta que quem mudou foi você mesmo”, conclui. O pai do jovem, idoso, reaproxima-se do filho, que não o renega.
Um atropelamento põe fim na carreira de Deyse, que tempo depois volta para a cidade de Nova Orléans, e vive um relacionamento com Benjamin, chegando a dar a luz a uma menina.
Mas Benjamin não se conforma com o rejuvenescimento e vai embora, mas deixa-as em uma situação estável. No entanto, ele e Deyse voltariam a se reencontrar para juntos envelhecer.
Uma das melhores frases do longa é aquela que consta em uma carta destinada à filha de Button, que a aconselha nunca desistir do que deseja:
“Tenha uma vida boa, e se achar que não a tem, espero que tenha forças para recomeçar”. Este seria um lema para todos aqueles que se aventuram nesse curioso processo que é viver.
O filme é dirigido por David Fincher, de Zodíaco e Clube da Luta, e produzido pela Paramount Films. Em 2008, a película ganhou os oscars de melhor direção de arte, melhores efeitos visuais e maquiagem.
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Vinte anos após a criação da rede World Wide Web, Tim Berners–Lee (seu criador) salientou que seu desejo é de que a internet não acabe nunca nas mãos de alguma grande empresa ou país, e que seu futuro esteja sempre associado à liberdade de expressão.
“Temos que garantir que a web continue a ser uma plataforma universal: independente de qualquer equipamento, hardware específico, plataforma de software, língua, cultura ou deficiência”, afirmou em declarações feitas recentemente em um grande evento do setor sobre o futuro da internet. Acompanhe as outras declarações de Bernes–Lee.
Por Édi Carlos de Rezende
A Rádio Marconi realiza em 2009 a 4ª edição do Festival de Música de Urussanga. As inscrições já estão abertas na emissora.
Os candidatos devem retirar o regulamento e a ficha de inscrição junto a secretaria da rádio. O horário de atendimento é das 7h às 12h e das 13h até 17h50min.
Grande final
Para este ano, a Comissão Organizadora (CO) decidiu que será realizada somente a final. Nas edições anteriores, havia três eliminatórias e quatro classificados para a final. Neste ano serão doze classificados para a grande final no dia 5 de dezembro, de 2009.
Nesta edição, de número quatro, os músicos devem encaminhar o material até o dia 10 de novembro, para a Rádio Marconi. A seleção dos finalistas será feita em off (estúdio fechado) pela C.O e por membros do corpo de jurados.
Categorias
O resultado com nome das bandas, duplas e outros artistas escolhidos, sairá no dia 16 de novembro. Neste ano, está reservado espaço para três categorias, sendo elas: Sertanejo e Regionalista; categoria de diversos estilos como rock, reggae, mpb, pop, e categoria católico.
Segundo o regulamento elaborado para o festival, é necessário trazer uma gravação em áudio ou vídeo. Este material deverá ser de boa qualidade (que se possa entender a letra e a melodia).
Para valer a inscrição, é preciso, também, que no momento da entrega da ficha, tenha anexada uma cópia da letra da música que será interpretada.
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Por Geraldo Rossi – contato@geraldorossi.com.br
Quando leio uma biografia aprecio, principalmente, o início da carreira do personagem. Interesso-me como esse começou profissionalmente, quais foram os caminhos escolhidos e de que maneira encarou a vida adulta. Acho que isso acontece pela minha preocupação em mostrar aos meus alunos da faculdade como as decisões nessa época são importantes e como se deve estar atento às oportunidades.
Comecei a ler a biografia de Assis Chateaubriand por indicação de Carlos Ferreira, diretor da faculdade SATC. Admito que bem atrasado, já que a primeira edição foi lançada em 1994, mas os bons livros biográficos nunca ficam velhos. O que é sem dúvida o caso de Chatô, o Rei do Brasil, de Fernando Moraes. O calhamaço de 700 páginas amedronta à primeira vista, mas o texto agradável e cativante faz esquecer o pesado volume que as mãos têm que sustentar.
Não pretendo me deter aqui nas posições políticas adotadas por Chatô, nem por seus estratagemas, esquisitices e gostos suntuosos. Até porque discordo em muitos pontos. Meu interesse, como já mencionei, são as ações, as opções adotadas por esse homem em sua adolescência e início de carreira. O que impressionada, logo de início, é que Assis Chateaubriand custou a começar a falar “e a dificuldade que tinha para pronunciar uma frase inteira provocava risos nos adultos”. Além da gagueira que o acompanhou até o início da adolescência, Chatô ainda era feio e raquítico, características que o atemorizavam.
No início dos estudos Assis Chateaubriand pouco se interessava pelas matérias escolares, no entanto, devorava jornais, participava de grupos de literatos e aprendia alemão com amigos frades. Apaixonou-se pela língua alemã e lia com avidez originais de Goethe, Schiller e Nietzsche. Apesar de sua família possuir sobrenomes pomposos e importantes no cenário nordestino, seus pais nunca tiveram uma boa situação financeira, o que forçou Assis Chateaubriand começar a trabalhar em uma loja de tecidos aos 12 anos.
A simpatia pelo jornalismo nasceu quando do balcão da loja de tecidos observava a redação e as oficinas do Jornal Pequeno em Recife. Nessa época, também floresceu em Chatô uma das características que mais o marcaria em sua carreira: a ousadia. Foi com essa qualidade que aos 15 anos de idade o adolescente foi pedir emprego na redação. Mas a ousadia de Chatô não era imprudente, nem na adolescência quando é muito normal. Quando colocava alguma idéia nova em sua cabeça, e isso era bem comum, ele sabia muito bem o que poderia esperar. Quando entrava na luta por algo, tinha convicção, fruto de muita leitura e estudo da situação.
Além da ousadia e da convicção, Chatô era obstinado pelo trabalho, preferindo esse às festas e boemias. Outra de suas atitudes que o colocava em destaque era estar sempre atento ao que acontecia no centro do país, no caso o Rio de janeiro na época distrito federal e a emergente São Paulo. Chatô devorava os jornais destas cidades que chegavam à Recife e participava das discussões nacionais escrevendo artigos. Assis Chateaubriand também observava atentamente o cenário internacional e talvez isso o tenha deixado com o ímpeto de inovar, o qual carregou por toda vida. No início de sua carreira jornalística, participou de uma grande inovação na imprensa: foi o primeiro correspondente a viajar a Europa entrevistando personalidades para um jornal brasileiro. Foram a partir dessas qualidades que o “Rei do Brasil”, relacionou-se estrategicamente com personalidades brasileiras e estrangeiras para buscar seus objetivos.
A partir desse exemplo, e de tantos outros, percebe-se que não é necessário dinheiro ou status social para começar uma carreira de sucesso. No caso de Chatô, observa-se um gago transformar-se em um excepcional orador, um pernambucano da zona da mata em uma celebridade internacional, um balconista de loja em um dos homens mais influentes do Brasil. Não há desculpa para o marasmo, para a permanência na mediocridade e na ignorância. Todos temos condições de crescer profissionalmente, basta desenvolver qualidades positivas de nossa personalidade, pois só assim, as oportunidades poderão ser percebidas e aproveitadas.












