Filed under: Não categorizado | Etiquetas: cartilha, conscientização, educação ambiental
Texto: Acadêmica Rosi Mizeeski / Orientação: professora Marília Köenig
Boa tarde, agora o nosso blog conta com mais uma mãozinha, eu sou a Rosi Mizeeski, e estarei atualizando o blog junto com as professoras Claudia e Marilia.
Mais uma etapa do nosso projeto está concluída. Fiz, há alguns dias, imagens sobre a entrega das cartilhas de educação ambiental da SATC em parceria com o SIECESC. Esse material é trabalhado em escolas de toda a região da AMREC e da AMESC e traz de forma educativa, as questões ambientais da nossa região.
Confira o meu VT
Texto: professoras Claudia Nandi Formentin e Marília Koenig
Olá, em primeiro lugar gostaríamos de pedir desculpas porque ficamos um tempinho sem postar nada, mas a correria está grande.
Estamos entrando na reta final do projeto da Fapesc sobre divulgação do carvão limpo nas diversas mídias. Ainda há muita coisa a ser feita e produzida e as vezes temos a impressão de que não vamos dar conta.
Temos dois artigos em desenvolvimento e estamos esperando o aceite em um congresso para um deles. Também estamos com especiais para TV sobre produção mais limpa prontinhos para serem divulgados e outro sobre a distribuição das cartilhas de Educação Ambiental da Satc.
Os podcasts estão quase prontos e terá acesso a eles em breve, aqui e no Portal Satc (www.portalsatc.com).
Por enquanto é isso. Mais novidades surgirão e a postaremos sem falta aqui.
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Desde o dia 05 de abril, estamos trabalhando em um novo projeto da parceria Satc-Fapesc. É uma proposta conceitual e experimental para obtenção de indicadores de percepção comunitária sobre o destino de áreas mineradas em recuperação no Extremo Sul de Santa Catarina.
Esse projeto será para nós um grande desafio. Além da pesquisa bibliográfica para buscar conceitos relacionados ao meio ambiente, vamos formular indicadores de percepção da comunidade (ou seja,o que nos dirá quais são os anseios das pessoas quanto às áreas em recuperação), haverá uma parte experimental, de campo.
Nosso projeto prevê a realização de um experimento (piloto) junto a uma comunidade a ser selecionada de acordo com as prioridades do Grupo Técnico de Assessoramento (GTA), composto por integrantes multissetoriais, incluindo segmentos técnicos (FATMA, DNPM, SIECESC), autoridades (MPF-SC, Justiça Federal, Poder Público Municipal), representantes da sociedade e das empresas do setor carbonífero.
Nossa maior motivação para realização dessa proposta é a criação de canais de comunicação com as comunidades das áreas em recuperação. Essa é a tarefa do comunicador social, ao nosso ver. Criar, por meio do diálogo e da informação, uma ponte, considerando a realidade dessas comunidades.
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Gente, estamos em processo de transição. Nosso blog está ganhando uma cara nova. Mais parecido com nosso projeto. Aguardem que logo, logo teremos novidades! Um abraço
Dando seguimento às atividades do projeto (que visa a divulgar, via jornalismo, tecnologias que favoreçam a produção mais limpa do carvão mineral), estamos produzindo dois programas de TV.
O primeiro é um documentário sobre produção mais limpa. Outro que está no forno é um programa, bem ao estilo Globo Ecologia, que tratará de um tema mais do que atual: a educação ambiental e a contribuição das novas tecnologias para um mundo melhor.
A expectativa é a melhor possível. Temos aprendido muito com nossa participação nesse projeto da parceria Satc-Fapesc.
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Texto: Juno César Marcelino Mello
Revisão: Claudia Nandi Formentin e Marília Köenig
Nesta semana, visitei também o setor de Educação Ambiental da Satc.
Como o nome já diz, o setor de Educação Ambiental trabalha com a educação voltada para a preservação do meio ambiente.
Segundo a coordenadora do setor, Jucele Martins da Silva, o trabalho consiste em projetos ambientais desenvolvidos em escolas, 32 mil pessoas foram instruídas.
A Educação Ambiental trabalha com palestras e oficinas em escolas, empresas e eventos. Nessas palestras, são abordados diversos assuntos relacionados à preservação e ao uso sustentável dos recursos naturais, da água à reciclagem.
Outra coisa muito legal foi saber que o projeto conta com vários apoiadores. Destaco a contribuição de um roteirista e compositor, que fala de preservação ambiental por meio de teatro e música. O projeto conta também com um professor de artes que ensina a criar várias coisas (com objetos recicláveis como: Porta-retratos, cortinas feitas de garrafas pet, bonecas, carrinhos com garrafas e tampinhas, quadros decorativos, etc.
Nesse dia, conheci melhor o projeto “Preservar é possível”, considerado o carro-chefe da Educação Ambiental, as cartilhas coloridas e atraentes, são o principal meio de entrar na vida dos alunos. Cada série recebe um tipo de cartilha diferente, com linguagem voltada para sua idade e um assunto específico. Algumas falam do carvão, outras da água, outras da reciclagem e também sobre a importância de conter a poluição.
Conscientizar a população sobre a importância do desenvolvimento sustentável é o principal objetivo. Para isso, treinamentos são feitos com professores da região. Nesses cursos, os educadores aprendem a trabalhar o meio ambiente em sala de aula.
O projeto é totalmente custeado pelo Siecesc.
Sem dúvida, essa experiência rendeu, a mim e à nossa equipe, um significativo aprendizado
Filed under: meio ambiente
Texto: Juno César Marcelino Mello
Revisão: Claudia Nandi Formentin e Marília Köenig
Estive recentemente no setor de Meio Ambiente da Satc para conversar com os responsáveis pela certificação ambiental, a ISO 14000. Acabei aprendendo sobre muitas coisas até então desconhecidas. A Satc é a única instituição educacional certificada pela ISO 14000 no estado e a terceira no país. Nesse dia, conversei com a coordenadora da qualidade, Ana Paula Rufino, quem me repassou as informações que você vai ler a seguir.
Dentre várias atividades desenvolvidas pelo setor que visitei, a principal é coordenar a entrada e saída de equipamentos e produtos na instituição. Todo produto que começará a ser usado pela instituição deve passar antes por uma série de testes para verificar seu impacto sobre a natureza. Feito o teste, caso o impacto seja baixo, o produto passará a ser utilizado, porém sempre sob monitoramento. Da mesma forma, o produto que sai da instituição é estudado antes de ser repassado. O objetivo é trabalhar de forma sustentável.
Fato interessante e que é pouco comentado é quanto ao reaproveitamento da água. Poucos sabem, mas 70% da água usada dentro da instituição é proveniente da chuva. A Satc tem sua própria estação de tratamento por onde a água é filtrada. Para conseguir a autorização para utilizar a água da chuva, a Satc teve que ficar durante um ano todo monitorando e analisando a água colhida, o que está previsto na legislação.
Pelo que pude entender, essa, é uma ação que vem dando certo. Porém muitas outras são desenvolvidas, e algumas, sem grande sucesso. É o exemplo da coleta seletiva. Apesar das várias lixeiras coloridas que temos na instituição (cada cor correspondendo a um tipo de lixo), poucos respeitam, e isso que dificulta o trabalho dos coletores. Outro problema é quanto a reciclagem. Penso que se cada um, consciente dessa realidade,p e colaborar, possamos ter um resultado muito melhor com relação à coleta.
Outra coisa interessante que aprendi tem a ver com reciclagem de papel. Você sabia que, para que possa ser reciclado, o papel não pode de forma alguma ser amassado, pois isso quebra suas fibras. O ideal é que se rasguem ou cortem as folhas para descartá-las, Na maioria dos casos, os coletores encontram os papéis amassados, o que causa prejuízos e contribui para a degradação do meio ambiente. Se cada um ajudar, certamente o mundo será melhor.
Voltei à sala de pesquisa com esperança, vendo que, a Satc se orgulha e trabalha apoiando o meio ambiente, sendo referência no Brasil.
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Fazemos parte de um dos projetos de pesquisa da parceria Satc/Fapesc. Nosso objetivoé, por meio do jornalismo multimídia, divulgar iniciativas adotadas com vistas à produção mais limpa do carvão mineral.
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Olá pessoal, estamos aqui para dizer que este blog está ganhando uma nova cara. A partir de agora ele tratará de assuntos referentes ao meio ambiente. Serão divulgadas ações da Satc e iniciativas externas.
Filed under: comunidade, educação, entretenimento, geral | Etiquetas: Içara
Mais de 600 pessoas compareceram à 1ª Festa da Família, realizada pela Escola Municipal Paulo Rizzieri, no Salão Paroquial do Bairro Boa Vista, no último dia 28, das 9h ao meio-dia.
Além das apresentações dos alunos, o evento contou com a participação do padre Eloir Borges.
A festa foi o encerramento do projeto trimestral do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola.
Fonte/texto: Djonatha Geremias/Içara News.
Fotos: Ana Paula Nazário (Divulgação da E.M.E.F. Paulo Rizzieri)





